Enquanto a noite em Eteria vibrava com lutas brutais nas arenas e o ritmo eletrizante da boate Fumacinha Musical, onde o DJ Fumacinha dominava as multidões com seus hits.
Astrid, uma cidade subaquática escondida nas profundezas do Oceano Pacífico, vivia uma paz silenciosa. Situada próxima à remota Ilha de Velyria, Astrid era colonizada por Krinis, que há muito havia encontrado equilíbrio e paz, resultado da árdua luta por sobrevivência durante a devastadora Guerra HR.
Os Krinis, uma raça evoluída de humanos que desenvolveram a capacidade de viver tanto na superfície quanto nas profundezas do Oceano Pacifico, eram o símbolo dessa adaptação após séculos de refúgio aquático.
Mas naquela noite, algo estranho perturbava a calmaria. Enquanto a população da cidade flutuava em suas rotinas noturnas, uma série de vibrações começou a reverberar nas fundações de Astrid.
Um grupo de cinco jovens movidos pela curiosidade sobre os tremores misteriosos, decidiram investigar alem dos limites da cidade subaquática, ao se afastarem um pouco da fronteira,O silêncio do oceano profundo era quase absoluto, exceto pelos ruídos distantes de correntes se movendo entre as rochas e estruturas submarinas.
Logo, seus olhos avistaram algo que não esperavam: uma grande fenda no fundo do oceano, escura e profunda, como se fosse um abismo sem fim. Antes que pudessem se aproximar para investigar, outro tremor sacudiu o ambiente, mais intenso que o anterior. Eles sentiram a vibração ressoar por todo o oceano, agitando a água ao seu redor e criando correntes violentas que os empurravam de volta.
Os rapazes, ainda atordoados e com o coração acelerado, retornaram apressadamente à cidade subaquática. A viagem de volta foi marcada por um silêncio carregado de preocupação, o que intensificou o senso de urgência que sentiam. Assim que chegaram à cidade, procuraram os superiores responsáveis pela segurança e pelas operações da cidade.
Eles foram recebidos pelo comandante da guarda subaquática, um Krinis robusto e sério que imediatamente notou a expressão de medo nos rostos dos rapazes.
Relataram o que haviam visto: a fenda no fundo do oceano, o tremor intenso e a sensação de perigo que emitiu da abertura.O comandante escutou atentamente, seus olhos se estreitando ao ouvir a descrição do fenômeno. Sem perder tempo, ele convocou uma reunião de emergência com os cientistas e especialistas em geologia e atividades sísmicas da cidade. A notícia se espalhou rapidamente, e logo um grupo de exploradores e técnicos estava se preparando para uma expedição para investigar a fenda e avaliar a ameaça que ela poderia representar para Astrid e seus habitantes.
Dentro da bolha, uma figura emergiu, como se tivesse sido expelida diretamente do coração da fenda. Era uma mulher em estado de hibernação, envolta em um casulo de energia mágica. Seus longos cabelos roxos flutuavam etereamente ao redor dela, e suas vestes estranhas e decoradas pareciam de outro tempo ou de uma cultura perdida.
Os membros da guarda subaquática, juntamente com os arqueólogos que haviam se reunido para a expedição, observaram com um misto de espanto e cautela. Com grande cuidado, usaram equipamentos especiais para mover o casulo mágico, transportando-o para o laboratório central da cidade. A bolha foi colocada em uma câmara protegida, projetada para manter a integridade da magia envolvida e permitir uma análise segura.
Após se passar 2 meses hibernando, suya a mulher que estava hibernando em uma bolha magica despertou, piscou os olhos para se ajustar à nova realidade. Ela observou o ambiente ao seu redor: uma sala ampla e futurista, com equipamentos avançados e paredes que pareciam pulsar com um brilho suave. A sensação de desconforto e desorientação a envolvia, então ela perguntou
Suya: Onde estou?
Mas ninguém respondeu, suya se sentiu desconfortável mas tentou novamente.
Suya: quem são vocês e que lugar é esse?
Os cientistas que a cercavam, com aparência parcialmente aquática e características de Krinis, estavam claramente preocupados com sua condição. Utilizando um dispositivo tecnológico complexo, eles conectaram Suya a um computador, que começou a traduzir suas palavras para a língua deles. Uma voz suave e mecanizada transmitiu as palavras de Suya de volta a ela."Somos o povo de Krinis. Você está em nosso laboratório. Por favor, responda algumas perguntas. Qual é o seu nome?”
Suya, aliviada por finalmente conseguir se comunicar, respondeu hesitante: "Meu nome é Suya. O que está acontecendo? Como eu cheguei aqui? Onde está minha amiga”
Os cientistas retiraram Suya da esfera mágica com cuidado, ajudando-a a se firmar nos pés enquanto ela ainda se sentia um pouco desorientada. Seus músculos estavam tensos, e a sensação de formigamento percorria seu corpo, era a concequencia de seu sono profundo.
Antes da cientista responder a suya, uma figura se destacou entre os Krinis presentes. Uma mulher loira de olhos verdes penetrantes se aproximou com um olhar atento e gentil. Sua presença emanava uma aura de autoridade e calma, o que trouxe um leve alívio a Suya. A mulher se apresentou com um tom formal e acolhedor.
"Eu sou Niele, a responsável por este laboratório e uma das cientistas mais avançadas de nosso povo," ela disse, sua voz carregada de confiança e empatia. "Encontramos você no fundo de uma fenda em nossa cidade. Não sabemos o que causou abertura da fenda, Ela simplesmente surgiu e começou a entrar em atividade sísmicas, gerando pequenos tremores em nossa cidade, e quando um de nossos exploradores se aproximava para investigar mais, a fenda explodiu em um gêizer expelindo uma bolha magica pra fora, foi ai que te resgataram, você estava hibernando nessa bolha durante 2 meses tentamos te dispertar mas nao conseguiamos, então ficamos observando seus batimentos cardiacos ate que hoje vc finalmente acordou, e infelizmente não havia mais ninguém no local, apenas você.”
Suya: Então quer dizer que não havia mais ninguém comigo , quando eu apareci.
Suya ficou pensativa durante um tempo analisando a situação, até que Niele cortou o silêncio e convidou a para dar uma volta.
Suya aceitou o convite e ao ver pela janela, ela finalmente se tocou que não estava mais no reino de grimor, ela se virou para Niele e perguntou:
Suya: Em que ano estamos.?
Niele: Estamos no ano 6500!
Suya se assustou um pouco pois ela estava muito distante de casa e seus amigos, Lua, corey e Bryan estavam perdidos, ela se perguntava se eles estavam naquele mundo também ou se tinham ido parar em outra época.
Niele curiosa sobre como suya foi parar na bolha magica perguntou:
Neile: Voce se lembra de como foi parar naquela bolha magica?
Suya olhou para Niele por um tempo pensativa, lembrando dos acontecimentos anteriores.
Flashback:
Suya: Lembro que estava junto com meus amigos Lua, Corey e Bryan, tínhamos chegado em uma caverna que ficava nas montanhas geladas do Reino de Nevasca.
Nesse momento Niele arregalou o olhos supresa com a descrição de suya, mas continuou ouvindo atentamente.
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Suya: Então debatemos sobre o que deveríamos fazer, eu disse a eles que era melhor deixar a pedra onde estava e que não valia apena leva-la de volta, mas um de nossos amigos nos traiu.
Nesse momento o semblante de suya mudou, ela ficou triste ao lembrar da traição de Corey
Niele percebendo a mudança em seu rosto, perguntou:
Niele: você está bem?
Suya olhou para Niele e acento com a cabeça, antes de continuar com a história.
Suya: Como estava dizendo, Corey não aceitou bem a decisão de deixar a pedra, então Bryan que era irmão dele, pegou a espada e ambos começaram a lutar, mas corey venceu a luta se aproximou da fonte e pegou a joia, na tentativa de dete-lo, Bryan avançou tentando tirar a pedra das mãos deles, e ambos sumirão diante de nossos olhos.
Eu e minha amiga Lua, não conseguimos impedi-los, ficamos abaladas pela situação que não conseguimos reagir a tempo, e após alguns minutos a fonte brilhou intensamente e assim o mago do tempo com um sorriso no rosto apareceu, ele disse que seu nome era MaouCron e nós ofereceu a oportunidade de ir atrás de Corey e Bryan, mesmo hesitantes eu e Lua atravessamos o portal do tempo
Fim do Flashback.
Eu e minha amiga Lua, não conseguimos impedi-los, ficamos abaladas pela situação que não conseguimos reagir a tempo, e após alguns minutos a fonte brilhou intensamente e assim o mago do tempo com um sorriso no rosto apareceu, ele disse que seu nome era MaouCron e nós ofereceu a oportunidade de ir atrás de Corey e Bryan, mesmo hesitantes eu e Lua atravessamos o portal do tempo, então acordei aqui.
Niele colocou a mão sobre o queixo com a expressão pensativa, após ouvir a história de suya.
Niele: Bom, já sei como posso ajudá-la, siga-me.
Suya seguiu Niele até uma sala cheia de livros, uma pequena biblioteca que havia no laboratório, Niele começou a procurar o livro em questão, retirou da prateleira todo empoeirado, tirou o pó do livro e colocou-o sobre a mesa, ela abriu o livro e mostrou para suya a história de décadas atrás.Suya se aproximou e com olhos arregalados sem acreditar no conteudo daquele livro contava tudo sobre o Reino de Grimor e os Herói Valentes.




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