Onze meses antes…
Naquela mesma tarde em que Lua e July haviam ido ao shopping, e passado a tarde toda fazendo compras e adquirindo um novo visual,
Lua segurava firme uma das sacolas, dentro da qual repousava o livro que tanto ansiava ler.
A descoberta sobre as Sete Joias martelava em sua mente. Cada informação recolhida até agora apenas aumentava seu desejo de entender o que realmente eram essas joias e qual a conexão delas com esse mundo. A ideia de finalmente poder ler o conteúdo do livro deixava seu coração acelerado.
— Você tá muito pensativa — comentou July, andando ao lado dela, as mãos no bolso de seu casaco.
Lua piscou, saindo do turbilhão de pensamentos, e sorriu de leve. — Estou curiosa para saber mais sobre esse livro. Acho que pode ter algo muito importante.
July deu de ombros, soltando um pequeno riso.
— Bom, então vamos logo pra casa. Você vai devorar esse livro assim que chegarmos, não vai?
sim — dizia Lua enquanto sorria para July.
Era por volta das 16:20 da tarde quando elas chegaram ao apartamento de July, que ficava no andar de cima do Hypercafe.
Assim que entrou, Lua olhou ao redor, O lugar era aconchegante e bem iluminado, ainda sorridente e um pouco atordoada com o passeio, quase não percebeu o cansaço que seu corpo sentia.
O dia havia sido tão divertido e cheio de descobertas que a exaustão parecia apenas um detalhe distante. Ela se apoiou levemente no batente da porta, observando enquanto july seguia animada para dentro, largando a jaqueta em um sofá e indo direto até um painel holográfico na parede.
— Fique à vontade, vou preparar algo para bebermos! — disse July com um sorriso, enquanto mexia no painel para ativar alguma função da cozinha automaticamente.
July observou Lua entrando e se acomodando no sofa enquanto ativava a cafeteira elétrica. O barulho suave do líquido sendo preparado preenchia o silêncio momentâneo, mas seus olhos estavam fixos na amiga, analisando com interesse o novo corte de cabelo.
— Eu realmente achei que você não teria coragem de cortar tanto — comentou July, apoiando-se no balcão da cozinha com um sorriso divertido. — Mas ficou incrível!
Lua passou a mão pelos fios mais curtos, sentindo a textura leve e diferente. Ela sugeriu ao lembrar de sua mãe.
— Minha mãe adorava cortar o cabelo assim — disse com um olhar distante, mas sereno. — Ela sempre dizia: "Melhor se pegar os livros do que ao cabelo."
Julho riu baixinho. — Isso é muito inteligente.
Lua concorda antes de continuar:
— E meu pai dizia: "Cabelo cresce novamente como as flores." — Sua voz tinha um tom nostálgico, mas carregado de carinho. — É uma loucura eu nunca ter cortado o meu cabelo assim antes... Bem, quando criança, eu só deixava cortar as pontinhas — admitido, ela continuou . – Mas acho que cortar agora foi um bom momento, tudo ainda é tão novo para mim.. Essa é a forma de eu lembrar de minha mãe, replicando o corte que ela adorava fazer.
July inclinou-se a cabeça, observando Lua com curiosidade.
— Você se parece com sua mãe?
Lua sorri gentilmente, os olhos brilhando com lembranças.
July ficou em silêncio enquanto ouvia, mas antes que lua pudesse responter. seus olhos se iluminaram como se tivessem acabado de se lembrar de algo importante.
— Espera aí! — exclamou, saindo da cozinha de repente.
Lua acompanhou com o olhar, surpresa com a subita ação da garota, ela permaneceu no sofar aguardando com curiosidade.
July entrou no quarto apressadamente e começou a revirar uma pequena gaveta entre suas coisas, movendo objetos de um lado para o outro com rapidez. Alguns segundos depois,
July voltou para cozinha, segurando um pequeno chip metálico entre os dedos.
— Aqui! — disse, aproximando-se de Lua com entusiasmo.
Lua pegou o chip delicadamente, examinando-o com curiosidade.
— O que exatamente isso faz?
— Basta conectar ao seu NeuroBrace — explicou July, apontando para a pulseira no pulso de Lua. — Assim que colocar, é só pensar em algo ou alguém, e a pulseira projetará um holograma com a imagem dessa memória.
Lua arregalou os olhos, surpresa com a funcionalidade do dispositivo.
— Sério? Isso é incrível!
July: — Sim! Quer tentar?
Lua olhou para o pequeno chip nas mãos de July, sentindo uma mistura de curiosidade e nervosismo
— Sim, vamos tentar — respondeu ela com um sorriso tímido.
July, com cuidado, ajudou Lua a encaixar o chip no bracelete NeuroBrace em seu pulso. Quando o dispositivo se conectou, uma luz suave brilhou por um momento,
— Vamos ver se funciona... — disse July com entusiasmo, observando Lua atentamente.
Lua respirou fundo e, ao olhar para a pulseira, ela se lembrou da pergunta de july: "Você se parece com sua mãe?"
sentindo a memória começar a se formar em sua mente. Os rostos de sua mãe e pai surgiram em sua mente, e a cena da infância de Lua se desenhou lentamente em sua memória.
— Meu pai dizia que sim, que eu era mais parecido com minha mãe do que com ele — comentou Lua, um leve sorriso surgindo em seus lábios. — Mas, segundo ele, a única coisa que tirei dele foram as orelhas pontudas.
Ela riu suavemente, — Agora, minha irmã, Holpe… — Lua fez uma pausa, seu olhar suavizando ao lembrar dela. — Ela, por outro lado, puxou não só as orelhas, mas também o cabelo. Um louro dourado como o nascer do sol.
Então, o bracelete emitiu uma luz suave e, de repente, um holograma apareceu diante de Lua e july.
A imagem de sua mãe, como Lua a lembrava, surgiu em três dimensões, sorrindo com os olhos brilhando, como se estivesse viva em um flash do passado. Lua se viu tomada pela emoção ao ver a projeção, um momento que ela nunca pensou ser possível reviver com tanta clareza.July, ainda maravilhada com a imagem da memória de Lua, inspirada com atenção o holograma da mãe da amiga. No entanto, algo chamou sua atenção, e ela franziu a testa, desviando o olhar do holograma para Lua.
— Espera… — disse july, parecendo surpresa. Ela olhou mais de perto para o rosto de Lua, buscando algo que parecia faltar. — Onde estão suas orelhas de elfa?
Lua brilhou com um brilho de nostalgia nos olhos e disse, com um tom suave:
— Bem, quanto a isso, eu geralmente as escondo com uma magia que meu pai me ensinou quando eu era pequena.
No exato momento em que Lua conversou, uma projeção holográfica apareceu diante dela, como um reflexo de suas memórias. A imagem de seu pai. um homem de semblante calmo e sábio, surgiu como se fosse um fragmento do passado, ensinando à jovem Lua a técnica mágica com gestos cuidadosos e palavras cheias de carinho.
Lua olhou para o holograma com um sorriso saudoso e contínuo:
— Essa técnica se chama Véu de Elan
Está técnica é uma forma de nos proteger contra inimigos e seres malignos, os elfos aprendem desde crianças, essa magia.
Essa foi a primeira magia élfica que eu consegui fazer, fiquei tão feliz quando realizei ela pela primeira vez. me sentir tão proxima do meu pai naquele dia, é como se eu tivesse algo a mais, além das orelhas dele.
Mesmo distante deles eu sinto cada um deles comigo, o corte de cabelo que era igual de minha mãe, a magia que aprendir com meu pai, e o colar da minha irmã gemea, sempre levei eles comigo mas agora do que nunca sinto como se estivessem aqui comigo agora…
A memória Holográfica se desfez lentamente, e Lua retirou o chip e entregou para July. Enquanto sua outra mão segurava o colar, ela suspirou de saudade.
July olhou para Lua com um semblante de compreensão, suas palavras carregando uma empatia profunda. — "Não imagino ficar tanto tempo longe de casa e das pessoas que amamos."
Lua olhava para july enquanto ela suspirava e começava a falar. — "Eu tenho uma irmã gêmea também , sua voz carregada de emoção.
July suspendeu de seu bolso um dispositivo e, com um gesto simples, ativou um holograma diante da Lua. A imagem de uma jovem apareceu, com traços semelhantes aos de july, mas com uma expressão um tanto vazia. — "Essa é a minha irmã,"o nome dela e MAI "Hoje, ela é um andróide.,
—"Atualmente, minha irmã mora em Eteria e trabalha para um magnata famoso, Toya.”
Lua manteve-se em silêncio, permitindo que July continuasse.
— "Há seis meses, minha irmã Mai foi para Eteria buscar recursos para o Hypercafe. Enquanto estava lá, acabou se envolvendo em um incidente... uma briga de gangues disputando território na rua. Foi o maior caos."
July apertou os punhos e os lábios tremendo levemente. "Minha irmã foi pega no fogo cruzado... e uma das gangues pertencia a Toya.”
O coração de Lua apertou ao ouvir aquilo.
— "Mai perdeu o movimento dos dois braços nesse conflito", continuou July, desviando o olhar para o lado, como se tentasse conter as emoções. "Toya... Ele se sentiu responsável e ajudou minha irmã a conseguir dois implantes robóticos para substituir os braços que perdeu."
Lua ergueu as sobrancelhas, surpresa com a reviravolta na história.
— "Ela permaneceu lá desde então, trabalhando ao lado dele", July suspirou, passando os dedos pelos cabelos. "Ele ofereceu um emprego como assistente, e ela aceitou, acreditando que ele só queria ajudar... Mas depois de dois meses, Mai descobriu a verdade. Descobriu quem Toya realmente era...e que ele teve culpa no que aconteceu com ela."
Lua percebeu a tristeza nos olhos de July.
— "Minha irmã ficou dividida. Ela voltou para Zintria por um tempo, mas o emprego pagava bem. O dinheiro ajudou a levantar o Hypercafe. No fim, ela decidiu continuar trabalhando para Toya."
July fechou os olhos por um instante e suspirou pesadamente.
— "Eu disse a ela que deveria deixar Eteria, que poderíamos viver somente com o lucro do café... Mas ela é teimosa."
— "Com o dinheiro que ganhava lá, ela começou a se envolver mais com os negócios de Toya", disse, mordendo levemente o lábio inferior. "No começo, era só trabalho administrativo. Depois, ela passou a intermediar reuniões, lidar com transações... e, de alguma forma, foi sendo puxada cada vez mais para dentro do mundo dele."
Lua franziu as sobrancelhas. A forma como July falava sugeria que sua irmã havia cruzado um limite sem perceber.
— "Ela foi fazendo upgrades..." A voz de July ficou quase um sussurro. "No início, só pequenos aprimoramentos. Melhorias nos implantes, sensores mais avançados, um novo processador neural para otimizar os movimentos."
Ela soltou um riso curto, sem humor, e balançou a cabeça.
— "Mas então ela foi além."
Lua sentiu um calafrio percorrer sua espinha.
— "Aos poucos, Mai foi substituindo mais partes do corpo. Primeiro foram as pernas, depois alguns órgãos internos. Ela dizia que era para melhorar a eficiência, para se tornar mais forte, mais rápida… para garantir que nunca mais estaria vulnerável como esteve naquele dia."
July apertou os olhos, como se estivesse revivendo o momento em que percebeu que sua irmã já não era mais a mesma.
— "Até que, um dia, Mai não era mais humana."
Lua engoliu em seco.
— "Ela se tornou uma androide por completo."
O silêncio que seguiu foi pesado, denso. A respiração de July era sutil, mas carregada de emoções conflitantes.
July afastou as memórias tristes com um suspiro profundo e um leve balançar de cabeça, como se estivesse se forçando a sair daquele turbilhão de lembranças. Seus olhos, que antes estavam perdidos no passado, voltaram a focar em Lua com um brilho curioso.
— "Mas enfim..." — ela disse, mudando de assunto deliberadamente. Seu tom de voz agora carregava um ar de interesse genuíno. — "Sobre o livro e a joia... Você irá em busca das outras seis?"
Lua piscou, surpresa com a repentina mudança na conversa. Ela precisou de um segundo para reorganizar seus pensamentos.
(Imagem)
Ela segurava o livro entre os dedos, folheando algumas páginas amareladas com curiosidade. Seu olhar refletia um misto de intriga e esperança.
Lua: – Se isso for possível, eu pretendo. Ainda não sei o que me intrigou tanto ao ver a joia naquela loja. Não sabia que tinha uma lenda sobre essas joias... Foi sorte a vendedora ter guardado esse livro.
July cruzou os braços, observando a joia sobre a mesa com um olhar desconfiado.
July: – Vdd, mas é estranho uma loja que vende joias ter um livro velho desses em mãos. Será que foi coincidência, hm...?
Lua fechou o livro por um momento e suspirou.
Lua: – Bem, ainda não encontrei os meus amigos, com quem viajei. Quem sabe essas joias, junto com esse livro, não me ajudem a descobrir mais?
Lua, com um brilho no olhar e muita curiosidade: – Acho que… – Ela faz uma breve pausa, passando os dedos pela capa envelhecida do livro antes de continuar. – Isso me ajudará a ter foco em algo e não ficar tão preocupada.
Lua, sorrindo levemente: – Além disso, será uma boa desculpa para sairmos mais vezes, e você poderá me mostrar muito mais do que conhece. O que acha?
July, empolgada: – Acho uma ótima ideia! Ainda há tantos lugares para eu te mostrar. Hoje à noite, podemos ir ao centro, lá é lindo! Acho que você vai adorar.
Lua sorriu diante da animação da amiga, enquanto July continuava, os olhos brilhando com a ideia de explorar a cidade juntas.
July – E amanhã podemos ir à feira… ou à biblioteca! A biblioteca de Zintria é gigante! A maior parte são livros digitais, mas eles têm uma sessão com livros físicos. Podemos olhar lá!
Ela fez uma pausa rápida, como se estivesse se lembrando de mais algo importante, e então acrescentou com ainda mais entusiasmo:
July – Ah! Também quero te levar para Antyros! É uma parte da cidade que mantém as tradições do passado. Talvez lá encontremos respostas também…
A empolgação em sua voz era contagiante, e Lua sentiu que, pela primeira vez desde que chegara a esse novo mundo, talvez estivesse prestes a dar um passo na direção certa.
O riso suave de Lua preencheu o ar por um instante, contagiado pelo entusiasmo de July. A animação da amiga era tão genuína que logo Lua se sentiu mais leve, como se suas preocupações tivessem diminuído um pouco.
De repente, um som baixo, mas audível, interrompeu a conversa – o ronco da barriga de July. Lua piscou, surpresa por um segundo, antes de soltar uma risada ainda mais divertida.
Lua, sorrindo: – Mas primeiro, precisamos comer algo.
July arregalou os olhos por um instante e levou a mão à barriga, rindo junto.
Lua, divertida: – Afinal, o dia de hoje foi cheio de emoções.
July concordou rapidamente, ainda rindo.
July – Verdade! Eu estava tão animada que nem percebi o quanto estava com fome!
Após um lanche da tarde agradável e muitas conversas animadas, o tempo passou rapidamente. A noite caiu sobre Zintria, e a cidade se iluminou com suas vibrantes luzes neon, refletindo nos prédios altos e nas ruas movimentadas. O contraste entre o céu escuro e as cores brilhantes das telas holográficas criava um cenário futurista e fascinante.
July, já pronta para sair, usava um conjunto moderno e confortável, adequado para explorar a cidade. Animada, ela caminhou pelo corredor da casa e parou diante da porta do quarto onde Lua estava. Com um leve sorriso no rosto, bateu algumas vezes.
July, – Hey, Lua! Está pronta para ir ao centro? — perguntou, sua voz carregada de empolgação. Do outro lado da porta, Lua respondeu prontamente, abrindo-a com um sorriso animado. — Pronta para nosso passeio noturno! O que tem no centro? — perguntou, curiosa para conhecer mais sobre a cidade. July inclinou levemente a cabeça, mantendo o tom animado. — No centro há muitos comércios! Quando chegarmos lá, você verá! — disse, deixando um ar de mistério no ar, aumentando ainda mais a expectativa da amiga.
Lua e July saíram de casa e seguiram até o ponto do Onitec, o meio de transporte público de Zintria. O veículo de design aerodinâmico e flutuante chegou silenciosamente, suas portas se abrindo com um leve zumbido. As luzes internas suaves criavam um ambiente futurista, e as telas holográficas no interior exibiam informações sobre trajetos, horários e anúncios de última hora.
O centro de Zintria era uma verdadeira metrópole futurista, dividida por distritos especializados, Lua e July desembarcaram do Onitec e logo se viram imersas na movimentação frenética do centro. As ruas eram largas e repletas de painéis holográficos que flutuavam no ar, exibindo desde propagandas de moda e tecnologia até serviços médicos avançados e oportunidades de negócios.
Carros antigravitacionais deslizavam pelas vias suspensas, enquanto drones de entrega cruzavam os céus, transportando pacotes para seus destinatários.
Cada distrito tinha sua identidade única:
🔹 No Distrito Gastronômico, os aromas artificiais e naturais se misturavam no ar. GastroSynth um restaurante sofisticado onde as refeições eram impressas em 3D.
Enquanto o NeonBites atendia clientes com pedidos via holograma e entregas feitas por pequenos drones automatizados.
No alto, o SkyLounge 360° proporcionava uma experiência única, sendo um bar flutuante com uma vista panorâmica da cidade, ideal para um jantar ou um drink após o dia.
🔹 O Distrito Comercial era um verdadeiro paraíso para os consumidores. Na HoloMart, os produtos eram projetados como hologramas e adquiridos com um simples gesto da mão. A loja CyberStyle atraía olhares curiosos, e exibia roupas inteligentes que se ajustavam automaticamente ao corpo do cliente, enquanto a HoloLens exibia seus óculos e lentes de contato que projetavam informações diretamente no campo de visão,
Já o NeuroTech Hub oferecia os mais avançados implantes neurais e dispositivos de aprimoramento humano. Para os apaixonados por jogos, o Pixel Games trazia experiências de realidade aumentada que desafiavam os limites da imaginação.
🔹 No Distrito Médico e Tecnológico, a inovação estava em seu auge. A MediCore utilizava nanotecnologia para diagnósticos instantâneos, enquanto o NeuroBoost oferecia aprimoramentos cerebrais para aqueles que buscavam maior desempenho cognitivo.
🔹 O Distrito Automobilístico brilhava com os modelos mais recentes da Aether Motors, especializada em veículos antigravidade. Carros flutuavam sobre as ruas de teste, demonstrando sua velocidade e eficiência.
🔹 No Distrito Financeiro, o DigiBank 24h operava totalmente via hologramas, permitindo acesso a serviços financeiros de maneira virtual e transações ultrarrápidas.
🔹 O Distrito Mecânico e Robótico era o coração da manutenção tecnológica. A MechaFix trabalhava na reparação de androides, enquanto a CloudPets exibia pets biotecnológicos de última geração, capazes de expressar emoções e interagir com os donos de maneira surpreendentemente realista.
🔹 O Distrito de Entretenimento e Criatividade era o refúgio dos amantes da arte e cultura. O NeonTattoo oferecia tatuagens digitais que mudavam de design conforme o humor do usuário. O escritório AI-Lawyers utilizava inteligência artificial para resolver disputas jurídicas, enquanto a DreamCapsule permitia que as pessoas experimentassem sonhos imersivos, vivendo aventuras sem sair do lugar.
Lua absorvia tudo com olhos brilhantes, impressionada com o dinamismo da cidade.
— Zintria é realmente incrível… Nunca vi nada assim! — comentou, encantada com os detalhes tecnológicos à sua volta.
July sorriu, satisfeita ao ver a reação da amiga.
— E isso é só o começo! Vamos explorar um pouco mais!


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